Anúncios – “Direção e Redes Sociais não se misturam”

25 07 2011

Anúncio muito bem elaborado – e criativo – desenvolvido pela agência N=5. A campanha, que serve de alerta para as pessoas que acessam as redes sociais enquanto dirigem, consegue passar a mensagem com uma linguagem atual usando de um humor trágico, sem precisar do costumeiro apelo às imagens de acidentes.

Agência: N=5 (Holanda)
Diretor de Arte: Marco de Jong
Redator: Thijs Bontje

Escrito por: Antonio Neto

Twitter: @eventos_pro / @figueiroaneto

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Brasil alcança sexta posição no faturamento do Google

19 07 2011

Os resultados globais do Google divulgados na semana passada dão mostra de como a empresa está faturando com seus produtos e serviços fora dos Estados Unidos, seu principal mercado.

No segundo trimestre de 2011, o Google teve receita de US$ 9,03 bilhões – alta de 32% sobre o mesmo período no ano passado. O montante proporcionado por outros mercados que não o americano chegou a US$ 4,87 bilhões – ou seja, 54% do total global.

Dentre essas nações, a contribuição do Brasil é generosa. Em março, o então CEO Eric Schmidt (atual chairman) declarou que o país caminhava para ser o sexto mercado para a companhia. Já é. Em junho, o Brasil superou o Canadá e assumiu o posto. É bom lembrar que, em 2010, a operação brasileira teve aumento de 80% sobre as receitas obtidas no exercício anterior. A média no mundo para aquele ano ficou em 24%.

Fonte: Meio e Mensagem





Estudo mostra a importância do “Efeito Google” na sociedade

15 07 2011

Os motores de busca como Google e as bases de dados na internet se transformaram em uma espécie de “memória externa” de nosso cérebro, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Science, que revela que perdemos memória retentiva de dados, mas ganhamos habilidades de procura.

Os educadores e cientistas já advertiam que o homem estava se tornando cada vez mais dependente das informações online, mas até agora havia poucos estudos que o confirmavam, assinala a psicóloga Betsy Sparrow, professora adjunta da Universidade de Columbia (Nova York) e autora do estudo.

Foi justamente sua experiência pessoal – ao perceber que recorria com frequência à base de dados de cinema IMDB para lembrar o nome de alguns atores – que a levou a analisar ainda mais os hábitos de estudo e aprendizado das novas gerações.

Sparrow menciona o doutor em Psicologia Daniel Wegner e professor Universidade de Harvard, que há 30 anos já havia elaborado a teoria da “memória transacional”, referente à capacidade de dividir o trabalho de lembrar certo tipo de informações compartilhadas. Como exemplo, ele apontava um casal em que o marido confia que a esposa lembre datas importantes, como consultas médicas, enquanto ela confia que ele lembre nomes de parentes distantes. Assim, ambos não duplicam informações nem “ocupam” memória. Por causa desta teoria, Sparrow se perguntou se a internet estava desempenhando esse papel com todo internauta, como uma grande memória coletiva.

Junto com sua equipe, ela realizou uma série de experimentos com mais de 100 estudantes de Harvard para examinar a relação entre a memória humana, a retentiva de dados e a internet. A equipe descobriu que, quando os participantes não sabiam dar respostas às perguntas, automaticamente pensavam em seu computador como o lugar para encontrar as informações necessárias.

Os pesquisadores verificaram que, se os estudantes sabiam que as informações poderiam estar disponíveis em outro momento ou que poderiam voltar a buscá-la com a mesma facilidade, não lembravam tão bem a resposta como quando achavam que os dados não estariam disponíveis. Outro dos padrões de comportamento indicados no estudo é que as pessoas não lembram necessariamente como obtiveram certas informações. No entanto, tendem a lembrar onde encontraram os dados que precisam quando não são capazes de lembrar exatamente as informações.

O estudo “Google Effects on Memory: Cognitive Consequences of Having Information at Our Fingertips” sugere que a população começou a usar a internet como seu “banco pessoal de dados”, conhecido como o “efeito Google”, e os computadores e motores de busca online se transformaram em uma espécie de sistema de “memória externa”. Sparrow diz que não ficou surpresa ao constatar que cada vez mais pessoas não memorizam dados porque confiam que podem consegui-los com suas habilidades de busca. “Somos realmente eficientes”, destaca.

Fonte: Agência EFE





Aplicativo do Google+ coloca Facebook ”dentro” da nova rede social

12 07 2011

Uma companhia israelense desenvolveu um aplicativo que permite aos usuários da nova rede social Google+ visualizar as mensagens publicadas na rede social que lidera o setor, o Facebook.

Batizado de Google+Facebook, o aplicativo foi desenvolvido na semana passada pela Crossrider, cujo principal negócio é criar extensões para navegadores que já tem mais de 100 mil downloads.

Segundo o cofundador da empresa, Koby Menachemi, “É algo que criamos em menos de um dia. O produto não é perfeito, mas você pode ver as mensagens do Facebook e publicar atualizações, embora esteja no Google+.”

Depois de algumas tentativas frustrantes, o Google agora aposta suas fichas no Google+ (que ainda está em fase beta, mas já alcançou os 10 milhões de usuários) e projeta uma competição em pé de igualdade com o Facebook, que hoje conta com 750 milhões de usuários.

Lembrando que o aplicativo da Crossrider – que é gratuito! – apenas acrescenta um ícone ao Google+, que dá ao usuário a possibilidade de checar suas páginas do Facebook, sem estar necessariamente acessando a rede. “É um site dentro de outro site.” Afirma Koby Menachemi, que ainda prometeu grandes melhorias no aplicativo.

Fonte: Terra





Facebook contrata empresa de RP para difamar Google

12 05 2011

A rixa entre os titãs Google e Facebook, marcada em 2010 por um impasse que consistia no “bloqueio” de importação de dados de uma conta para outra, agora chega a um patamar ainda mais crítico. O Facebook, fenômeno das redes sociais que ultrapassou os 600 milhões de usuários, admitiu ter contratado secretamente a Burson-Marsteller, uma das maiores empresas de Relações Públicas do mundo, com o objetivo de plantar notícias difamatórias contra o Google nos EUA.

A filial brasileira da Burson confirmou nesta tarde (12 de maio) a existência de um “contrato secreto” com a rede social, ressaltando, porém, que a prática “contraria as suas políticas”. De acordo com a empresa de RP, a estratégia foi procurar blogs influentes para induzir jornalistas da grande mídia a investigar o Google sobre questões relacionadas à privacidade dos usuários. No contrato, a empresa ainda afirma que batalharia pela repercussão das notícias em veículos como “The Washington Post” e “HuffP”.

Toda a estratégia só foi descoberta graças ao blogueiro Chris Soghoian, que recusou a proposta e decidiu divulgar os e-mails enviados pela agência.

“A empresa de RP informou aos seus contatos jornalísticos que uma ferramenta do Google denominada círculo social foi “concebida para raspar os dados privados e construir profundamente os processos pessoais de milhões de usuários em uma violação direta e flagrante do acordo [Google] com a FTC.” Além disso, a Burson alegou que “o povo americano deve estar ciente das intrusões do Google na vida pessoal, na catalogação e difusão de cada minuto do dia sem a sua permissão”.”

O caso já é visto como uma mancha na imagem da rede social, agora resta saber se isso irá afetar no crescimento da maior rede social do mundo.

Confira a nota enviada pela agência:

“Agora que o Facebook veio a público, a Burson-Marsteller está autorizada a confirmar que foi contratada para prestar serviços a essa empresa nos Estados Unidos.

O cliente pediu que seu nome ficasse em sigilo com base no fato de que estava contratando a B-M para lançar luz sobre informações de domínio público e de que essas informações poderiam ser facilmente replicadas pela mídia de maneira independente. Todas as informações fornecidas à mídia eram, efetivamente, de domínio público e poderiam, portanto, gerar questionamentos pertinentes e ser verificadas por meio de fontes independentes.

Não obstante a justificativa, este não é um procedimento aceito na Burson-Marsteller e contraria nossas políticas. Deveria, por essa razão, ter sido recusado. Nossa relação com os meios de comunicação é pautada por padrões estritos de transparência no que tange aos clientes, e este incidente reforça a inquestionável importância desse princípio.”

Fonte: Mashable / Adnews

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Google Doodle homenageia Charlie Chaplin

15 04 2011

Como todos sabem, o Google brinca com a apresentação da sua logomarca em sua home praticamente todos os dias. No início dessa semana, por exemplo, foi feita uma homenagem ao astronauta russo Yuri Gagarin – primeiro homem a viajar no espaço – e hoje não foi diferente!

Hoje, o Google Doodle homenageou um dos maiores atores e diretores de todos os tempos, Charlie Chaplin. No lugar da logomarca tradicional, um curta-metragem com o principal personagem de Chaplin celebra o que seria o 122º aniversário do artista.

Escrito por: Antonio Neto

Twitter: @eventos_pro / @figueiroaneto